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 Expresso De Hogwarts, 01.09.2015
Hason McTaylor
Posted: Aug 29 2008, 04:48 PM


Sonserina, 7º ano


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Fiquei observando a garota que parecia bastante tensa. Após eu ter colocado minhas mãos sobre seus joelhos, ela parecia ter parado de mover suas pernas tensamente. Logo ela fechou seus olhos rapidamente e começou a falar.

QUOTE
-Sabe, você já gostou de uma pessoa muito muito, vamos dizer, amar muito uma pessoa, mas ela nem sabe que você existe ou mesmo que saiba, esse amor é impossível...


- Na realidade já...Mais isso é algo bem passado, e praticamente essa pessoa já saiu de minha cabeça...

Falava dando uma suspirada e encostando minhas costas suavemente ao meu acento. Fiquei a observar a garota que agora estava com os olhos acumulando algumas lagrimas, olhei para o chão e fiquei pensativo.

Claro, gostar uma pessoa a ponto de amá-la e não ser correspondido é horrível e digo por experiência própia. Porém mesmo não sendo correspondido por um tempo, no final acabei conseguindo aquilo que eu queria e por tal motivo, passei a esquecer a dor que uma pessoa costumava sentir quando passava por esse sentimento.


QUOTE
-Isto te corrompe por dentro, sabe? Te deixa triste com esperanças ou feliz sem esperanças. Às vezes você acha que vai dar tudo certo, mas dá tudo errado, ou às vezes você acha que vai dar tudo errado e dá tudo mais errado ainda.


- Hum...Acho que entendo sim...

Disse apenas de boca pra fora, pois não estava entendo nem um pouco das palavras da garota, que não faziam muito sentido.

Percebi que a garota fez uma cara de desculpas para mim, e eu fiz apenas um sinal negativo com a cabeça, como se disse-se que aquilo não tinha problema. A garota parecia ter ficado meu sentida após suas palavras, e logo cobriu o rosto com as mãos, como se estivesse escondendo alguma coisa.

Aproximei-me dela lentamente e com toda tranqüilidade puxei suas mãos, afastando elas de seu rosto, para que eu pudesse vê-lo. Percebi que algumas poucas lágrimas escorriam do rosto da garota. Me sentei ao lado da garota e então abaixei a cabeça e disse.


- Não chore, não deve fazer isso...Hum, poderia saber quem te deixas assim? – Disse aquilo meio sem pensar, mais logo voltei a falar. – Digo...Não deve ficar assim, é ruim para a pele.

Disse aquilo passando a mão no cabelo e fazendo cara de quem havia falado bobeira. Logo olhei novamente para a garota e logo disse segurando com minhas duas mãos, uma das mãos da garota.

- Érrr...Desculpe....Mais acho que entendeu o que eu queria te falar!!

Disse abrindo um pequeno sorriso enquanto ainda permanecia segurando de leve a mão da garota. Logo soltei e fiquei apenas a olhar para ela.


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Demeter Huké
Posted: Aug 30 2008, 12:25 AM


Sonserina, 7º ano
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Demeter estava sendo bem compreendida pelo garoto, pelo menos ele demonstrava isso. Quando Demeter começou a chorar, Hason sentou-se ao lado dela, e tirou suas mãos de seu rosto, ela agora estava encarando os olhos claros do menino, isso a intimidou por um instante, ela desviou o olhar mas voltou a encará-lo.

Quando ele perguntou quem estava deixando-a assim, Demeter ficou na dúvida se contava ou não. Dizer o que sentia era uma coisa, agora dizer por quem sentia era outra. Graças, o menino parece que percebeu que essa pergunta não cairia muito bem agora.

Demeter rapidamente enxugou as lágrimas de seu rosto, mas foi surpreendida quando ele pegou sua mão. Ninguém nunca tinha agido com carinho assim para com Demeter, ah, ok, talvez a enfermeira que cuidou dela quando ela tinha 1 mês de vida. Com um sorriso tristonho, Demeter disse:

-Obrigada, Hason. Você realmente sabe como apoiar uma pessoa...

Ainda segurando a mão dele, Demeter se aproxima e dá um beijinho no rosto do menino. Poderia ser um pouco ousado, mas foi sem malícia, foi como um agradecimento por ele ter agido como um verdadeiro amigo.

Agora soltando a mão com delicadeza, Demeter abriu sua bolsa e pegou o lenço, limpando seu rosto de qualquer vestígio de lágrima.

Agora mais composta, Demeter olha pra cima e abre um sorriso mais alegre. Coloca a mão no ombro de Hason e diz com uma voz serena:

-Vou tentar não chorar por quem não merece, prometo a você, isso não faz bem para minha saúde e nem para a saúde de quem está por perto...

Quando disse essa última frase, a menina deu uma risada um pouco mais animada.


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Hason McTaylor
Posted: Aug 30 2008, 01:02 AM


Sonserina, 7º ano


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Percebi que a garota estava entendendo o recado que eu queria passar, mesmo eu não tento muito poder e controle com minhas palavras. Ela se colocou a encarar meus olhos que também olhavam para os dela, ela se intimidou um pouco com isso, então desviei meu olhar e coloquei a olhar meus desenhos que estavam no outro acento.

Logo estendi meu braço e peguei os desenhos que permaneciam ali jogados. Abri meu malão e joguei todos lá dentro, do mesmo jeito que eu havia retirado. Logo me ajeitei naquele acento e fiquei observando as pessoas que passavam para lá e para cá no trem.


QUOTE
-Obrigada, Hason. Você realmente sabe como apoiar uma pessoa...


Não disse nada, apenas continuei observando o corredor daquele vagão. Logo percebi que ela se aproximava de mim, então quando pensei em me virar para ver o que ela estava fazendo, recebi um beijinho de agradecimento na bochecha.

Logo após isso, me virei para ela e dei um sorrisinho como se estivesse retribuindo ao seu beijo.


QUOTE
-Vou tentar não chorar por quem não merece, prometo a você, isso não faz bem para minha saúde e nem para a saúde de quem está por perto...


Logo em seguida as palavras da garota, senti sua mão tocar em meu ombro, olhei lateralmente para a mão da garota, e logo voltei meu olhar a ela. Fiz um breve aceno com a cabeça e passei a minha mão sobre a mão dela.

- Pois é...Tem uma saúde muito boa para ser estragada assim, tão vagamente...

Disse enquanto dava um breve sorrisinho. Percebi que ela havia ficado mais tranqüila e agora ria mais animada, então para aumentar a tranqüilidade da garota ri junto com ela.


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Demeter Huké
Posted: Aug 30 2008, 01:21 AM


Sonserina, 7º ano
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Demeter piscou para o garoto de um jeito divertido. Logo, sua atenção se virou para a tal pasta de desenhos dele, ela ficara curiosa, não tinha dado atenção antes por seus pensamentos estarem nele, mas agora que viu ele mexendo mais uma vez, quis saber.

-Posso ver?

Disse ela olhando para a pasta e apontando com o dedo para ela.

-Sempre gostei de desenhar, pena que não tenho o menor talento para isso, então prefiro observar, apreciar...

Ela deu um sorriso encorajando o menino a mostrar seus desenhos. Normalmente os artistas que ela conhecia, não gostavam que ninguém visse suas obras de arte, pois sempre achavam que tinha ficado imperfeitas o bastante, o que na verdade não tinha nada de imperfeito, é que eles eram muito perfeccionistas.

-Quero ver por quanto posso vender em um leilão...

Sorriu mais uma vez, agora mexendo na sua bolsa mais uma vez, pegando um óculos meia-lua com a armação rosa claro. Colocou no rosto.

Ela odiava ter que usar esses óculos, ela pensava que ficava com cara de velha. Quando colocou olhou para Hason com um olhar quase implorando para que ele não risse. Demeter tinha um certo problema para enxergar de perto, usava esses óculos quando lia alguma coisa ou via algo de perto, como os desenhos de Hason que pretendia ver.


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Tess Richards
  Posted: Aug 30 2008, 02:05 AM


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Tess estava deitada em sua cama, olhando fixamente para o despertador. Já fazia alguns minutos que a moça estava nessa posição, esperando que aquele som estridente viesse irritá-la por alguns segundos, para que ela pudesse levantar-se e começar seu último dia na Mansão Richards.
O céu amanhecera nublado e alguns lampejos indicavam que o dia seria marcado por chuva intensa. Muitas pessoas acreditavam que esse tipo de situação climática não agradava a jovem Richards, mas quase ninguém sabia que Tess gostava de ver as chuva escorrer sobre o vidro da janela.

"Maldito despertador! Gostaria que você tocasse ainda este século..." Ela pensou revoltada. Queria levantar logo, tomar um bom banho e ir terminar de arrumar seu malão - o que era impossível, porque o mesmo já estava ponto há quase duas semanas. Tess estava desejando, com todas as suas forças, deixar aquela enorme Mansão de Verão o quanto antes.
Cansada de esperar, ela sentou-se na cama e contemplou seu quarto. O silêncio indicava que os empregados - prováveis únicos habitantes da casa - ainda não tinham começado suas rotinas. Ela estava, mais uma vez, sozinha na imensidão de sua própria casa.
A mãe? Provavelmente estaria em algum lugar do Canadá, na sua turnê especial - mais especial do que a própria filha. O pai? Provavelmente já estaria no Ministério, is´to é, se é que ele voltara para casa na noite anterior. E Tess, magoada pela falta de atenção, desejava somente livrar-se de toda aquela angustia que era a estadia em seu Casarão de Veraneio na Inglaterra.
Em um fiasco de esperança, a garota levantou-se e andou na ponta dos pés até a parede na outra extremidade de seu quarto. Encostando o ouvido na parede, ela prendeu a respiração, esperando ouvir qualquer barulho no quarto dos pais.

~Triiiiiiiiiiiiiiiim !!!!!!!!!!!!!!!!!

O coração de Tess deu um salto que o fez parar na garganta da jovem. O maldito despetador emfim resolvera tocar, fazendo um alarde em toda a Mansão. Ela deveria estar próxima, para delsigá-lo antes que acordasse a Mansão inteira, o que provavelmente já estava acontecendo.
Aflita, ela cooreu para junto do objeto estridente e o silenciou, aturando-o na cama fofa logo em seguida. Não ouvira nada no quarto dos pais, ela estava sozinha em casa, e na própria vida.
Tess respirou fundo, e obrigou os próprios olhos a engolirem as lágrimas que insistiam em descer. Ela caminhou até o banheiro de seu quarto e olhou-se no espelho. Uma menina linda, com olhos brilhantes, a pele brilhosa e aparentemente macia, os cabelos lisos e cheios de vida. Ela era senão uma Veela, mas mesmo assim, ainda que ela fosse de fato uma Veela, os pais não a notariam sentada diante da mesa do café.
A garota desviou o olhar do espelho e começou a despir-se. Entrou no box e ligou o chuveiro, deixando a água quente escorrer pelo seu corpo. Ela deseja com toda a sua alma que aquilo pudesse lavar suas aflições e tirar toda e qualquer coisa que a transformasse em um frito podre, cuja a própria árvore reprimia.

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Tess olhava as finas gotas de chuva escorrendo pela janela de seu carro. Vestindo um sobretudo preto com detalhes verdes e uma boina igualmente detalhada, ela estava sentada no banco de trás de seu luxuoso carro, dirigido pelo Choffeur Kingston, empregado de seu pai.
A moça não pronunciava uma só palavra, apenas olhava fixamente a chuva, a paisagem correndo diante dela, tentando acompanhar o carro. Suas lágrimas vinham sendo contidas há algum tempo, e ela parecia estar deixando-as escorrer como aquela chuva, fina e quase impercepível.
De certo modo, Tess estava feliz de ter deixado a Mansão de Verão, até porque o Inverno estava muito próximo, e ela desejava estar em qualquer outro lugar, menos em uma residência tão vasta, cheia de empregados mudos pelo receio de contrariá-la.
"Certamente pensam que sou uma menina mimada, que não penso em mais ninguém além de mim mesma!" e esse pensamento a entristecia. Mas ainda assim, ela havia aprendido a ser forte o bastante para não se deixar padecer diante de suas fraquezas. Sentia que precisava ser forte o bastante para suprir suas necessidades, de modo que estivesse sempre pronta a encarar coisas piores.
Assim que o carro a deixasse na estação Kings Cross, ela faria Kingston levar seu malão até meados da Platadorma 9 3/4 e, sem olhar para trás, diria adeus à suas angustias e decepções, e estaria então apta a viver seu último ano em Hogwarts, embora ela não soubesse se isso era algo bom ou não.


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Tess Tyler Richards era, naquele momento, outra pessoa. Ela parecia ter escondido seus problemas em algum lugar de sua mente, de preferencia bem entorpecido, e expressava desdém e superioridade diante de alguns, e certa ironia e admiração por outros. A primeira coisa que fez ao entrar no trem foi pagar alguns sicles para dois alunos do 2° Ano, cobaias Lufanos, para levarem seu malão á cabine dos fundos.
Rindo da patética prestatividade dos aluninhos, Tess dirigiu-se á um vagão exclusivo para vestir o uniforme de Hogwarts. É claro que, sendo Tess Richards, ela personalizara seu uniforme de acordo á seu gosto, dominuindo alguns dedos da habitual saia, apertando mais o suéter e o sobretudo, de modo que revelassem mais suas curvas e, para completar, cortou alguns dedos da camiseta, deixando um decote de seu abdômen sob amostra.
Com a gravata verde listrada frouxa no pescoço, ela calçou a melissa de Hogwarts e saiu caminhando pelo corredor. Seu olhar de reprovação encontrou alguns aluninhos do 1° ano, empolgados com as maravilhas do Expresso de Hogwarts. O olhar de Tess perdeu um pouco do desdém quando ela lembrou-se de sua primeira vez naquele trem. Ela tivera a mesma expressão maravilhosa, mas a verdade é que soubera guardar isso para si mesma, assim com soube menosprezar alguns dos novos colegas, pelo simples fato de ter tido a delicadeza de pesquisar mais sobre Hogwarts antes de aparecer no Expresso.
Ela deu mais alguns passos e deparou-se com uma cena mais delicada. Dois de seus colegas de Casa, Demeter e Hason, dividiam uma cabine. Afetuosamente, Demeter mantinha sua cabeça enconstada no ombro do rapaz, assim como suas mãos estavam magicamente unidas. A cena fez Tess sorrir. Demeter e Hason? Não mesmo!
Ela arrastou a porta da cabine com vêemencia e, uma vez aberta, Tess colocou uma das mãos na cintura e jogou o cabelo para trás do ombro. Sorrindo, ela foi forçadamente simpática.


- Huké... McTaylor... Que prazer em vê-los! - e sorriu ainda mais, seguido de uma piscadela - Oops. Perdão, mas... por acaso, estou interrompendo alguma coisa?

Tess ficou esperando uma resposta, para saber se poderia adentrar a cabine e se juntar aos colegas. Não estava mesmo ligando se interrompia algo. E os dois ia aceitá-la na cabine de qualquer modo, pois claro, eles não seriam loucos de negar sua companhia.


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Tess Tyler Richards - Sonserina 7° Ano
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You think your hot but I'm sorry, you're not
Exactly who do you think you are
Can tell you what you haven't got
When we walk into the room
I'm too cool for you
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Hason McTaylor
Posted: Aug 30 2008, 03:13 AM


Sonserina, 7º ano


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Continuava a jogar as coisas dentro do malão enquanto sentia que a garota agora estava mais tranqüila que antes. As coisas na cabine naquele momento estavam mais calmas. Logo então me ajeitei com as pernas jogadas sobre o acento da frente, e me apoiando no vidro ao lado da porta da cabine, fiquei a observar o povo que ia e vinha pelos corredores.

Logo observei que a garota havia ficado analisando a pasta de desenhos que eu havia guardado dentro de meu malão. Provavelmente ela não havia percebido antes por que estava com as cabeças em outro lugar, que parecia ser bem longe dali. Ela então pediu para ver meus desenhos e apontou para a pasta que eu havia guardado.


QUOTE
-Sempre gostei de desenhar, pena que não tenho o menor talento para isso, então prefiro observar, apreciar...


- As vezes até tem o dom sim....Mais é que ainda não o descobriu, demorei bastante para descobrir que eu sei fazer alguns rabiscos básicos. – Disse arrancando a pasta do malão e entregando a ela. – Só peço uma coisa...Que não de risada certo?!

Disse dando uma piscadinha para a garota. Logo em seguida voltei meu olhar em direção ao corredor, enquanto a garota via meus desenhos.

Logo após alguns segundos me virei para Demeter novamente e vi que ela usava óculos, não dava muito importância para aquilo, mais fiquei curioso. Ela folheava as paginas a qual estavam os meus desenhos, enquanto eu esperava para ver se ela havia gostado ou odiado.

Passou alguns segundo daquilo, e eu ouvi alguns passos vindo em direção a cabine. Ao olhar para trás com canto de olho, percebi que uns pivetinhos da lufa-lufa haviam adentrado na cabine com algumas malas, então pensei comigo mesmo “o que eles querem?”.

Ao observar um pouco mais, percebi a entrada de uma garota conhecida, essa era Tess a garota puxa saco. Olhei para trás virando o corpo lentamente e ouvi as palavras da garota, como sempre com aquela “ironia”.


QUOTE
- Huké... McTaylor... Que prazer em vê-los! - e sorriu ainda mais, seguido de uma piscadela - Oops. Perdão, mas... por acaso, estou interrompendo alguma coisa?


- Vejam só, quem acabou por aparecer...A princesinha Tess Tyler!!

Disse devolvendo minhas palavras com o mesmo tom de ironia. Aquela garota na maioria das vezes que grudava em alguém era difícil de largar, por isso eu tive que aceitar a sua presença por ali.

- Bom...Já que insite, entre logo e sente!!

Disse tirando as pernas que estavam estiradas sobre o acento a minha frente, e desbloqueando a passagem. Olhei para Demeter que parecia ainda estar olhando os desenhos, e logo voltei meu olhar para a garota que havia chego.


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Demeter Huké
Posted: Aug 30 2008, 07:37 PM


Sonserina, 7º ano
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Demeter prometeu não dar risada dos desenhos de Hason, não teria por que dar. Os desenhos apesar de serem simples, eram lindos e graciosos.

Demeter abriu um sorriso, tirando os óculos depois de folhear os desenhos, ela havia gostado bastante, achava até que se ele não fosse bruxo, poderia começar uma carreira de desenhista, oras, por que não?

-Eles são meigos e demonstram o quanto você presta atenção em tudo a sua volta, amei!

Demeter devolveu-lhe os desenhos, agora sua atenção se voltou para a porta da cabine que se abria. Essa não, era Tess Richards, Demeter nunca foi muito com a cara dela, parecia de longe uma rival, mas quando chegava perto era apenas uma garotinha mimada.

-Ahhh, prazer...-Demeter riu tão falsamente que pôde sentir seus dentes trincando.- Interrompe, mas pode ficar do mesmo jeito...

Ela deu outro sorriso, dessa vez irônico, mas isso não mentira, pura verdade que estava interrompendo um momento de paz, já que Deme e Hason se deram muito bem não tagarelam para sempre.

Demeter enquanto coloca seus óculos na sua bolsa, perguntou para a garota:

-Como foram suas férias, querida?

Tipicamente esse "querida" de Demeter significava em linguagem sarcástica: tonta, bobinha, lesa, entre outros. Mas ela nunca usava esse tipo de linguagem direta, chamando a pessoa de idiota por exemplo, ou os adjetivos acima, ela era cruelmente educada.


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Guility McKinnon
Posted: Aug 31 2008, 11:23 PM


Professor de Defesa Contra as Artes das Trevas


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    Mas como o destino era no mínimo... intrigante. Quem poderia imaginar que Guility McKinnon iria se encontrar com seu antigo amigo dos tempos de Hogwarts novamente? E o mais impressionante ainda, era a forma em que sucedeu - se o tal encontro. O fato de se verem novamente no Expresso que ia em direção para o mesmo lugar em que eles se conheceram da primeira vez, passava a ligeira impressão de ter sido todo perfeitamente combinado. Mas por incrível que pareça, não era. Ainda mais da forma como acontecera. Como se não quisesse nada, o jovem professor na procura de uma cabine vazia para ficar durante a viagem, havia encontrado uma das pessoas que convivera com ele em seus anos mais felizes. Agora ele estava ali, na frente de Daniel, depois de anos e anos desde os seus últimos dias como alegres estudantes de Hogwarts.

    Continuou olhando para o amigo, ainda um pouco sem jeito. Não que tivesse vergonha do gesto que havia feito, mas da forma que aconteceu... e ainda mais que Daniel nem sabia quem era aquele atrevido. Pelo menos, por enquanto.

    Percebeu o espanto de Daniel quando mencionou o seu nome pela primeira vez. Se divertiu diante da surpresa do amigo, que finalmente percebera a sua estranha companhia. Ouviu a expressão de excitação do mesmo e deixou escapar um largo sorriso. Nunca imaginou que um dia eles poderiam se encontrar novamente. Principalmente diante daquelas circunstâncias. Nem percebeu quando Daniel havia se lançado sobre ele, repetindo o seu gesto de minutos atrás. Alegremente, Guility retribui o abraço do amigo enquanto repassava todos aqueles bons momentos que haviam passado juntos... Sim, eram tão boas lembranças... Se pudesse, ele pararia o tempo naquela época, antes mesmo de sofrer com coisas piores.

    Daniel o soltou e logo sentou - se ao seu lado no banco. Deu um leve tapa na costas do acompanhante, animadamente. Espantou - se consigo mesmo de como havia mudado tão bruscamente de personalidade. Antes de ver o rosto do homem que ocupava a cabine, Guility o julgava apenas como mais um. Mas logo depois que reconheceu Daniel, todo o seu ar típico de superioridade desapareceu. Agora ele era ele mesmo, sem qualquer tipo de má influência que a sua vida havia lhe trago nesses anos... Mas como era bom estar de volta!

    Ouviu o pronunciamento de Daniel, um pouco surpreso. Então ele era o guarda - caças de Hogwarts? Mas isso era fantástico. Nunca imaginou que um dia eles poderiam trabalhar juntos, em um mesmo lugar. Também nunca pensou que ele seria um professor, assim como Daniel imaginava. Mas ali estava ele, querendo ou não.

    - How! Mas isso é demais! Um guarda - caças? Sempre achei que seria uma boa para você. - disse, ao meio de gargalhadas animadas. - Bem, eu vou ser o novo professor de DCAT. Espero que dê tudo certo.

    Assim ele esperava. Tudo que não desejava era ser um fracasso como professor. Mas sabia que podia dar conta de tudo isso, como sempre. Levantou - se, indo até o malão e retirando o mesmo jornal que havia guardado tempos atrás. Folheou - o rapidamente, e em seguida estendeu o jornal para Daniel ao seu lado. Ele exibia bruxos imensos, enrolados em grandes casacos de pele em um lugar que lembrava a um grande salão de festas muito mal decorado.

    - Bem, eu me tornei um auror de uns anos para cá. E antes de ser chamado para Hogwarts, tínhamos uma séria investigação sobre o ministério da magia russo. E aqui está o resultado. - apontou para a grande manchete do jornal. - Isso tudo me preocupa, já que temos um assassino a solta por aí... Mas me conte de você, o que andou fazendo depois de ter saído da escola?

    Imediatamente, Guility percebeu que não deveria ter tocado nesse assunto. Sabia que Daniel havia saído da escola logo após a morte de seu irmão, e isso não era um coisa muito boa de ficar se lembrando. Mas não tinha mais jeito, ele já havia perguntado. Ainda sorrindo, tentou disfarçar o gesto. Não queria estragar aquele momento com coisas que já haviam perturbado os seus sonhos por muito tempo. Não agora.


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Sarah Crawfort
Posted: Sep 15 2008, 06:49 PM


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    O céu Londrino estava nublado, com ventos gélidos que faziam até a pessoa mais agasalhada se arrepiar.Num pequeno hotel perto do grande centro de Londres, repousava em um quarto muito bem iluminado e confortavel, uma jovem chamada Sarah Crawfort de 26 anos, arrumava sua bagagem com um meio sorriso no rosto.Já estava quase na hora de partir.Ela olhou para a mala arrumada e cruzando os braços observou o quarto já organizado.Sim.Estava tudo pronto para partir.Recolheu suas malas e levou para o taxi que acabara de chamar logo depois de pagar o hotel em que se hospedara.A ida até a estação foi tranquila.Não havia tanto movimento de carros nas ruas de Londres, algo que deixava a cidade um pouco "triste".

    No caminho a ex funcionária do Ministério pensava como seria seu novo emprego, talves bem mais calmo do que no Depart. de Mistérios, ou então bem pior.Chegando na Estação a jovem notou a grande movimentação de bruxos sendo eles adultos, velhos , crianças e adolescentes. Ela se apressou e logo passou pelo portal dando de cara com a grande locomotiva e a fumaceira produzida por ela.O clima era de despedida; maes beijando as bochechas rosadas de suas crianças com lagrimas nos olhos, pais esbanjando orgulho de seus filhos, e alunos empolgados com a volta a Howgarts.Sarah não ficou olhando por muito tempo, logo entrou no trem, apesar da otima noite de sono, estava se sentindo um pouco cansada.Ao entrar , logo procurou um vagão vazio, mas parecia não haver mais nenhuma.Todos já estavam cheios ou havia um ou dois alunos.

    "Por Merlim...nenhuma cabine vazia..."

    Enquanto se perdia em seus pensamentos logo passou por uma cabine que a fez parar.Dentro dela não havia alunos, mas sim dois homens adultos aparentando ter entre 25 á 35 anos.Um deles era estranhamente familiar.Ela não sabia se poderia entrar, mas as outras cabines estavam lotadas , perguntar não ofenderia.Ela abriu calmamente a cabine e sorriu ao ver os dois homens a olharem quase no mesmo intante.

    -Bom dia, me desculpe mas as outras cabines estão cheias.Será que eu poderia ficar aqui?

    Ela se sentiu uma aluna da Grifinória falando aquilo.Se lembro exatamente do dia que entrara naquele trem e fizera a mesma pergunta, para um gupo de alunos que não lembrara os nomes agora.Ela esperou a resposta ainda com um sorriso meio sem jeito.


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Narração
-Fala
"pensamento"
[Outros personagens]
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Marauder's Map
Posted: Sep 15 2008, 10:12 PM


The Big One
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Joined: 16-July 08



    Atenção : Finalizem seus posts no Expresso para mudanças no período.


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Marauder's Map
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Leone Serghei
Posted: Sep 16 2008, 09:49 PM


Professora de Estudo dos Trouxas


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“Somewhere to come home to”

    Ignorando o aviso de não perturbe na maçaneta, uma jovem apanhou uma chave mestra no molho e logo a girou na maçaneta da suíte 1207, sem resultado aparente. Para qualquer um que passasse por ali, ela seria apenas mais uma das camareiras do local tentando fazer seu trabalho, mas a moça sabia que não poderia manter esse aspecto por muito tempo se quisesse ir adiante com seus planos. Sacou a varinha de um bolso interno do uniforme, se abaixando para tentar encontrar melhor os feitiços que protegiam a tranca... Em vão.

    A moça suspirou, prendeu os cabelos loiros para trás e agachou-se na frente da porta, pescando no bolso uma pequena bolinha alaranjada que escorregou para dentro da fechadura. Não esperava realmente que, uma vez estando fechada com magia, a tranca da porta fosse algo que ela poderia resolver com os próprios feitiços, mas ainda torcia para que não tivesse de usar o feitiço da bolinha porteira: muito fácil de se descobrir – mas, no fim das contas, não seria tola a ponto de imaginar que sua intrusão passaria despercebida mesmo que a chave mestra tivesse resolvido o problema.

    Sorriu quando a bolinha estourou com um ruído baixo, empurrando a porta apenas o suficiente para poder verificar que o quarto estava vazio antes de entrar. Estava vazio, sim, mas não só de sua ocupante: Afora a mobília, não havia mais nada ali que indicasse que alguém estivera naquele local. Fez uma busca rápida pelo quarto, encontrando apenas vestígios discretos da ocupação anterior e nada que lhe interessasse muito, antes de se dirigir ao banheiro. Tentou inutilmente girar a maçaneta, logo a tocando com a varinha com a finalidade de abri-la e ver por que motivo estava trancada se não haviam pessoas ali, quando...

    - Eu não faria isso se fosse você.

    A voz masculina parecia entediada, e de certa forma divertida em dizer a frase. Mais um incentivo para que continuasse. Ignorando os avisos nos quais logo aquela voz insistiu, tocou a ponta da varinha de leve na maçaneta...

    No instante seguinte uma luz branca deixou a ponta de sua varinha, envolvendo seu pulso antes que ela entendesse o que se passava. A varinha voou de seus dedos e desapareceu completamente de vista, ao mesmo tempo em que a porta se abria e a luz em seu pulso a sugava em direção à pia. Lá, um rapaz já aguardava, com um filete de luz idêntico no pulso que o prendia à torneira, onde logo o que, por sua vez, ela levava foi parar também.

    Tudo o que lhe faltava. Estava presa... E, com o carinho com que a autora do feitiço costumava tratar invasores, não acreditava que seria capaz de se soltar em qualquer momento próximo. Permaneceu com os olhos fixos na porta enquanto ela se fechava, ignorando o sujeito, que se encarapitara na tampa da privada em busca de um mínimo de conforto, até que ele tornou a falar:

    - Eu avisei.

---

    Leone Serghei levara tempo para encontrar uma cabine vazia no Expresso de Hogwarts, e logo tratara de trancar sua porta magicamente quando por fim conseguiu uma. Sabia que deveria se esforçar para desfazer a impressão do fiasco que fora seu primeiro contato com os outros professores, mas sabia também que teria muito tempo para isso mais tarde. Deveria ser cuidadosa para que aquela primeira impressão, mesmo que pudesse ser apagada, não desse idéias erradas a ninguém – na melhor das hipóteses poderia ter dado deixa para piadas que dessem às pessoas mais liberdade em suas relações com ela do que seria aconselhável. Na pior... – mas naquele momento, tudo de que precisava era ficar sozinha.

    No instante em que o trem começou a se movimentar, a bruxa logo tratou de apanhar a gaiola que colocara no maleiro ao ocupar a cabine, de onde tirou duas aves cinzentas, de cabeça achatada e bico curvo, do tamanho aproximado de corujas. A primeira tinha um olho cego, e fora a que recebera naquela manhã avisando da possibilidade de dois de seus garotos a terem seguido - nada com o que ela devesse se preocupar, já que já havia tomado providências contra isso – mas era a segunda que realmente a preocupava.

    Se o que seu informante tinha a dizer era tudo apenas o que já havia sido dito, ela estava basicamente por conta própria naquele negócio. Como costumava ser – como ela gostava que fosse, normalmente... Mas não em algo tão arriscado.

    Apanhando uma pena e pergaminho, logo rabiscou uma resposta, apenas confirmando com Kurt se o informante já havia sido silenciado, e a enviou pela janela do trem, antes de passar a se dedicar às escassas informações que já possuía a respeito daquilo. Não era muito, mas teria de bastar como base: O grosso seria encontrado em Hogwarts, logicamente.

    Antes do fim da viagem já amarrara outras três mensagens ao pé da ave do olho cego, Lior, antes de por fim enviá-la para os céus no momento em que o trem parou na Estação de Hogsmeade.

    Esqueceu tudo a respeito das mensagens, no entanto, no segundo em que se virou para o castelo. À distância, além do lago e contra a luminosidade fraca da lua nova, as torres de Hogwarts de destacavam. Desligou-se completamente dos alunos à sua volta, da chuva forte que já a encharcara e de tudo mais que havia para ser notado, olhando reto na direção do castelo enquanto deixava a estação, o frio na barriga a impedindo de dar mais um passo sequer quando vislumbrou as tão conhecidas carruagens com Testrálios.

    - Então, é isso. Estou de volta. - murmurou em um tom inaudível, lutando para conter um sorriso e para não acrescentar à frase as palavras “em casa” enquanto se dirigia ao castelo.

Próximo post no Salão Principal


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»Serghei


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"Eu, Leone, admito que sempre quis voar na mesma vassoura daquele gostoso do Ryan Stratford *-*"
Goosed x~
(19.07)
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